Pode ser, para alguns, um assunto chato mas é muito importante para o país, e nós não podemos nos alienar.
Depois de descobrir que o Senado pagou horas extras no valor de R$ 6,2 milhões para seus funcionários no período de férias, do senador Tião Viana (PT) emprestar o celular do Senado para a filhinha viajar para o México ( a conta ficou em 14 mil reais; quantas vezes por dia ela ligava para dizer que estava tudo bem?), de descobrirem castelo de deputado, de parlamentares usando indevidamente suas passagens aéreas e seus auxílios-moradia, e tantas outras coisas mais, agora surgiram os atos secretos!
Para quem não sabe, os atos secretos serviam para nomeação de cargos de confiança, esconder decisões administrativas, aumentar benefícios, exonerar e mudar pessoas de cargos. Ontem, a Mesa Diretora decidiu afastar o diretor-geral da Casa, Alexandre Gazineo, e o diretor de Recursos Humanos, Ralph Campos. A comissão instalada pela primeira secretaria do Senado identificou 663 atos que não foram publicados. Desses, apenas um foi anulado: o que estendia aos diretores gerais da Casa o plano de saúde vitalício concedido aos parlamentares.
Depois de descobrir que o Senado pagou horas extras no valor de R$ 6,2 milhões para seus funcionários no período de férias, do senador Tião Viana (PT) emprestar o celular do Senado para a filhinha viajar para o México ( a conta ficou em 14 mil reais; quantas vezes por dia ela ligava para dizer que estava tudo bem?), de descobrirem castelo de deputado, de parlamentares usando indevidamente suas passagens aéreas e seus auxílios-moradia, e tantas outras coisas mais, agora surgiram os atos secretos!
Para quem não sabe, os atos secretos serviam para nomeação de cargos de confiança, esconder decisões administrativas, aumentar benefícios, exonerar e mudar pessoas de cargos. Ontem, a Mesa Diretora decidiu afastar o diretor-geral da Casa, Alexandre Gazineo, e o diretor de Recursos Humanos, Ralph Campos. A comissão instalada pela primeira secretaria do Senado identificou 663 atos que não foram publicados. Desses, apenas um foi anulado: o que estendia aos diretores gerais da Casa o plano de saúde vitalício concedido aos parlamentares.
É a segunda vez este ano que os cargos de diretor-geral do Senado e diretor de Recursos Humanos mudam de mãos. Agaciel Maia (diretor-geral que foi demitido do cargo porque escondia uma mansão do valor de R$ 5 milhões) e João Carlos Zoghbi ( diretor de RH que emprestou o apartamento funcional a que tinha direito para os filhos) deram lugar a Gazineo e Campos, que dão lugar a Haroldo Tajra e Doris Peixoto para os respectivos cargos.
Como dito no início, não é de agora que o Senado se envolve em escândalos. Desde o começo do ano, estamos assistindo ao surgimento de um escândalo por semana. A gente até já espera: Qual será o escândalo da semana que vem? Será que vamos descobrir que o senador Não Sei Das Quantas pagou o marca-passo da mãe de 98 anos com o dinheiro que pagaria a gasolina do seu carro? Ou que o deputado Fulano de Tal foi nomeado presidente da Disney por um ato secreto que nem o Mickey ficou sabendo? É esperar para ver!
E agora, alguns parlamentares sugeriram o afastamento do presidente do Senado, José Sarney (PMDB). O nome de Sarney já foi envolvido em vários escândalos mas ele disse que não se afasta do cargo. O último desses escândalos envolve a contratação de parentes de Sarney para cargos no Senado. E, olhem só, ele disse que não sabia de nada (parece familiar?). O neto dele tinha sido contratado para um cargo no gabinete de um senador e o vovô não sabia de nada. Isso é um caso para se resolver no programa da Márcia: Avô que não se interessa pela vida do netinho!
Mas, já falamos muito de política por hoje! Só quero fazer mais um pedido: Sarney, eu sou enteado do sobrinho da mulher do seu tio de terceiro grau. Você podia me arrumar uma boquinha no Senado? É só criar um ato secreto, demitir dois diretores e pronto. Isso não deve ser nada para quem saiu do seu curral eleitoral (Maranhão) e constituiu residência no Amapá só para poder se eleger senador. Vamos começar mais um Show do Milhão com o senador José Sarney. Valendo um milhão em auxílio-moradia para não precisar recebê-lo indevidamente, a pergunta é: Qual é o principal problema do Amapá?
Ele não vai poder responder e não vai ganhar o prêmio final. E, até onde a gente sabe, também cancelou o recebimento do auxílio-moradia depois que "descobriu" que o benefício lhe estava sendo pago mesmo tendo residência em Brasília. Isso é Brasil!



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